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Bronzeamento Artificial Faz Mal? Entenda os Riscos e Cuidados

Viver com Saúde

Bronzeamento Artificial Faz Mal? Entenda os Riscos e Cuidados

Será que o bronzeamento artificial faz mal? O desejo por uma pele mais bronzeada faz com que muitas pessoas optem por recorrer a esse tipo de técnica. No entanto, a prática pode sim trazer diversos riscos à saúde, especialmente quando o método usa exposição à radiação ultravioleta (UV).

Sendo assim, entender os perigos e conhecer alternativas mais seguras é importante para quem busca um tom dourado sem comprometer a saúde. Se você deseja saber mais sobre o tema, continue a leitura e saiba mais a seguir.

ENTENDA OS MÉTODOS DE BRONZEAMENTO ARTIFICIAL

Bronzeamento artificial não é tudo igual, e para entender se faz mal ou não, é preciso entender as diferenças entre os dois métodos mais comuns: com exposição à radiação UV e sem exposição UV. Cada um tem suas características, benefícios e riscos, e é importante estar bem informado antes de fazer uma escolha.

BRONZEAMENTO ARTIFICIAL COM EXPOSIÇÃO UV

Esse método utiliza câmaras de bronzeamento que emitem radiação ultravioleta para estimular a produção de melanina na pele, resultando em um tom mais escuro. Seu problema é que ele apresenta sérios riscos à saúde, como o aumento da probabilidade de câncer de pele e o envelhecimento precoce.

A radiação UV artificial penetra profundamente na pele, danificando o DNA das células e podendo levar ao desenvolvimento de melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele, além de carcinomas basocelulares e espinocelulares.

Além disso, a exposição frequente acelera o aparecimento de rugas, manchas e flacidez, comprometendo a saúde e a aparência da pele a longo prazo. É por isso que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso de câmaras de bronzeamento no Brasil desde 2009.

BRONZEAMENTO ARTIFICIAL SEM EXPOSIÇÃO UV

É possível encontrar alternativas mais seguras ao bronzeamento artificial sem a exposição à radiação UV, por meio de auto bronzeadores, loções tonalizantes e o bronzeamento a jato. Esses produtos são à base de dihidroxiacetona (DHA), um composto que reage com a camada superficial da pele, proporcionando um tom dourado temporário sem os danos causados pela radiação ultravioleta.

Além de práticos, esses métodos são bem mais indicados para quem busca um bronzeado uniforme sem comprometer a saúde da pele. Eles não causam danos celulares, não aumentam o risco de câncer de pele e são uma opção viável para quem deseja manter um visual bronzeado de forma segura.

De qualquer forma, consultar um dermatologista é essencial para obter orientações personalizadas e escolher os métodos mais adequados para os cuidados com a pele.

ENTENDA OS RISCOS DO BRONZEAMENTO ARTIFICIAL

Mesmo que você sonhe com uma pele mais bronzeada, é preciso conhecer os perigos do bronzeamento artificial que envolvem radiação UV. A busca por um visual dourado pode parecer inofensiva, mas os efeitos colaterais associados às câmaras de bronzeamento são sérios e irreversíveis. Confira a seguir os principais riscos para que você possa tomar uma decisão mais informada.

DANOS À PELE

A exposição excessiva à radiação UV, seja natural ou artificial, acelera o envelhecimento da pele, aumentando a chance de aparecimento de rugas, flacidez e perda de elasticidade. O dano às fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela firmeza e sustentação da pele, é irreversível e pode comprometer tanto a aparência quanto a saúde cutânea a longo prazo.

Além disso, a pele pode ficar muito ressecada e áspera, perdendo sua vitalidade natural. Não adianta ter uma pele bronzeada se ela não está bonita e com aparência de mal cuidada, mesmo sendo bastante jovem, não é mesmo?

AUMENTO DO RISCO DE CÂNCER DE PELE

O uso de câmaras de bronzeamento está diretamente relacionado ao aumento do risco de câncer de pele, especialmente o melanoma, sendo o tipo mais agressivo e potencialmente fatal. A exposição frequente às radiações UV artificiais também pode desencadear outros tipos de tumores cutâneos, como o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o bronzeamento artificial antes dos 35 anos aumenta em 75% o risco de desenvolver melanoma, o que é um risco bastante alto em comparação com os benefícios.

PROBLEMAS OCULARES

A exposição aos raios UV para fazer bronzeamento artificial sem proteção adequada aumenta o risco de catarata, lesões na córnea e outras complicações, como a degeneração macular, que pode levar à perda progressiva da visão. Mesmo o uso de óculos de proteção durante as sessões não elimina completamente esses riscos, já que a radiação pode refletir e atingir os olhos indiretamente.

MANCHAS E HIPERPIGMENTAÇÃO

O bronzeamento artificial pode provocar o surgimento de manchas escuras na pele, conhecidas como hiperpigmentação. Isso ocorre devido ao excesso de produção de melanina em algumas áreas, causando um efeito desigual na tonalidade da pele. Essas manchas podem ser difíceis de tratar e, em muitos casos, permanecem por anos, exigindo intervenções dermatológicas para sua correção.

CONHEÇA ALTERNATIVAS SAUDÁVEIS AO BRONZEAMENTO ARTIFICIAL

Agora que você já entendeu os riscos do bronzeamento artificial, é importante saber que tem como conquistar um tom dourado na pele sem recorrer a práticas agressivas. O mais seguro é buscas por:

     exposição solar controlada: tomar sol nos horários mais adequados, antes das 10h e após as 16h, com o uso de protetor solar, permite a produção natural de melanina sem os riscos da radiação excessiva.

     dieta rica em betacaroteno: consumir alimentos como cenoura, mamão, manga e abóbora pode intensificar o bronzeado de forma natural. O betacaroteno presente nesses alimentos estimula a produção de melanina, ajudando a pele a adquirir um tom dourado e prolongando a duração do bronzeado.

Gostou deste conteúdo? Então aproveite para ler também o nosso artigo sobre como prevenir câncer de pele para conferir os cuidados essenciais a se tomar com esse que é o maior órgão do corpo humano.

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